Escadas = esporte radical

Escadas = esporte radical
Aprenda a usar e não use o postulado de Bechara como eu
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sexta-feira, 19 de março de 2010

Aprendizado por osmose?

Difícil até escolher o título. Falar em aprendizado por Osmose, será que os alunos de hoje sabem o que é?

Postei sobre a mudança de postura dos pais frente ao professor. Leia emhttp://postuladodebechara.blogspot.com/2010/02/essa-pergunta-foi-vencedora-em-um.html e vários outros para sacudir o cérebro daqueles que ainda acreditam que o conhecimento é o maior tesouro. Hoje estamos cercados de informação, mas não estamos cercados de conhecimento. Temos internet que nos coloca à disposição todas as bibliotecas, fotos, vídeos, opiniões e tudo 24 horas por dia, todavia o maldito Ctrl C - Ctrl V é o movimento da moda. A informação não passa pela seleção de várias fontes, análise, síntese e conclusão do aluno. O trabalho de pesquisa se resume a ir ao google, buscar o assunto, olhar aqueles que são mais "da hora" e sair copiando e colando. Montando um trabalho Frankstein onde quem lê identifica o braço de um, perna de outro, tronco de outro e o cérebro do energúmeno que colocou o nome na folha. Por vezes nem se sabe onde se encontrou aquilo tudo, pois com certeza na correria o quadrúpede não referencia a bibliografia. Querer demais um trabalho elaborado conforme norma de trabalho acadêmico, não é?
Enfim, recebi um email do amigo Wanderson com a pérola de algum cidadão do Ctrl C - Ctrl V. Estamos cada vez pior. Exemplos não faltam na história de educação e a ética que vem como brinde:
  1. Juscelino Kubitschek passou fome e jurou estudar para melhorar de vida. Formou-se em medicina e especializou-se em Paris. Uma certa pessoa se vangloria de ter feito a escola da vida, não gostar de ler e não precisar de inglês. Acho que é a falta de dedo para segurar o lápis.
  2. A Rainha Elizabeth II durante a segunda guerra se alistou como enfermeira para cuidar dos soldados feridos contrariando a recomendação de Wiston Churchill para que a família real fosse para o Canadá. A primeira dama lá de São Bernardo buscou a cidadania italiana alegando querer um futuro melhor para seus filhos. E o futuro dos nossos filhos. Se o Brasil entrasse numa guerra, adivinhem quem se esconderia debaixo da cama?
  3. Em 1974 Nixon renunciou e pediu desculpas ao povo. Os escândalos aparecem e dizem que não sabiam de nada.
  4. O filho do primeiro-ministro Tony Blair encheu a lata e foi levado para a delegacia. Com medo de prejudicar o pai ele deu nome falso, mas não teve jeito e foi reconhecido. O pai, Tony Blair, foi buscá-lo na delegacia, sozinho numa madrugada fria. Tony Blair pediu desculpas ao povo pelos erros do seu filho. Um certo filho recebeu uma fortuna de uma empresa com vínculo público e o papai(aquele que não estudou) disse para não colocarem o filhinho nessa sujeira.
  5. O primeiro ministro indiano precisava comprar um avião novo. Comprou um EMB 195 por 10 milhões. Só lembrando, a Embraer é aquela empresa que fica ali em São José dos Campos e Gavião Peixoto não forneceu o aviãozinho para o sem dedo e sem estudo lá de São Bernardo-Brasília. Pagamos todos, eu, você e seus filhos por um aviãozinho de 57milhões. O Embraer voa para a India, mas não voa no Brasil.




quinta-feira, 18 de março de 2010

Liberte-se! ... Vá ler um livro!!!

Extraído de http://construindooaprender.blogspot.com/2009/01/liberte-se-v-ler-um-livro.html

A emissora MTV (canal 6) tem uma campanha que te diz “Desligue a televisão e vá ler um livro”.

O Construindo o Aprender te diz “Se liga na vida e vá ler qualquer coisa”. Comece por este post!

Eu sei que você tem preguiça de ler ... que sente sono e dorme logo na primeira página ... que passa os olhos pelas letras, mas fica pensando em outra coisa ... que muitas vezes não entende nada e tem que voltar a ler a frase novamente ... eu sei que o livro é caro ... que seus pais e professores não te incentivaram a criar o hábito da leitura ... que prefere assistir televisão ... navegar na internet ... eu sei que você é antenado e moderno e acompanha essa nova geração de grandes e maravilhosas tecnologias e por isso não tem paciência para livros.

Muito bem. Parabéns!!! Se você usa esse arsenal de argumentos para se esquivar da leitura é sinal de que você tem senso crítico. Então vou aproveitar esse seu senso analítico apurado e apresentar algumas possibilidades de formas de leitura que ultrapassam esses obstáculos.

Eu sei que sua professora de português te causou um trauma obrigando você a ler “Dom Casmurro”, mas tudo bem eu sou mais boazinha e digo ...

... leia uma revista com muitas imagens e textos curtos sobre o assunto que mais lhe interessa, inclusive Playboy, G Magazine e derivadas.

Leia um Gibi mesmo que você não seja mais criança, pois eles têm textos curtos e leves e vão prender sua atenção. Não dê ouvidos aos que dizem que gibi não é uma boa leitura. Todas as leituras são boas para aguçar a imaginação e a capacidade de análise, além de estimular o hábito da leitura.

Leia textos curtos de notícias diárias em jornais ou na internet. Esses textos são rápidos e indolores, sempre te trazem alguma informação nova e ainda ajudam a ir perdendo o medo da leitura aos poucos.

Leia artigos e livros técnicos, caso seu estilo seja mais prático e direto. Existem inúmeros sites, blogs e livros sobre muitos assuntos técnicos que podem te ajudar a se especializar e de quebra inserir a leitura na sua vida.

Escreva seus próprios textos e releia sempre. Pode ser uma carta para um parente, um e-mail para um amigo, um depoimento no Orkut para seu amor, um diário, qualquer coisa onde você possa validar sua capacidade de argumentação escrita e analítica. Mas já vou avisando que vai dar trabalho e você vai ter que tirar a poeira dos cantinhos mais escondidos do seu cérebro. Use sua inteligência, pois é de graça e quanto mais se usa mais se tem.

Tá bom você tem preguiça, os olhos ardem, as letras se embaralham ... eu sei ... então OUÇA um livro. Isso mesmo! Baixe um audiobook, coloque no seu rádio ou mp3 player e ouça uma estória, um romance ... aqui vão duas sugestões ... O pequeno príncipe ... O monge e o executivo.

O livro está caro? Você tem alergia a papel envelhecido? Não gosta de carregar o livro por ai? Está mais acostumado com a tela do computador? ... eu entendo ... tudo bem ... leia um e-book, sim um livro desenvolvido para ser lido no computador, no seu celular ou mp4. Baixe um livro em pdf e leia no seu notebook ou desktop.

Também vale a pena ler manuais de equipamentos, posts de blogs, bulas de remédio, atas de reunião, receitas culinárias, letras de música, perfis do orkut, instruções de emergência na janela de ônibus ... qualquer coisa que se leia é um passo a mais para a sua libertação ... então leia ... liberte-seda ignorância ... liberte-se no mal de alzheimer... liberte-se da solidão.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Uma idéia muito boa do Senador Cristovam Buarque

Uma idéia muito boa do Senador Cristovam Buarque.
Ele apresentou um projeto de lei propondo que todo político eleito (vereador, prefeito, Deputado, etc.) seja obrigado a colocar os filhos na escola pública.

As conseqüências seriam as melhores possíveis.
Quando os políticos se virem obrigados a colocar seus filhos na escola pública, a qualidade do ensino no país irá melhorar. E todos sabem das implicações decorrentes do ensino público que temos no Brasil.

SE VOCÊ CONCORDA COM A IDÉIA DO SENADOR, DIVULGUE ESSA MENSAGEM.


Ela pode, realmente, mudar a realidade do nosso país.
O projeto
PASSARÁ, SE HOUVER A PRESSÃO DA OPINIÃO PÚBLICA.

http://www.senado. gov.br/sf/ atividade/ Materia/detalhes .asp?p_cod_ mate=82166

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 480, DE 2007
Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014.

PARABÉNS PARA O SENADOR CRISTOVAM BUARQUE.
BOA SORTE JUNTO A SEUS PARES.


IDÉIA SENSACIONAL! !!

terça-feira, 16 de março de 2010

O valor do tempo - parte 2

Postei O valor do tempo sobre a lembrança de meu pai ter também fraturado a bacia igual a mim. Nestes dias quando pude conversar com calma com minha mãe, coisa que eu não fazia há muito tempo, descobri que ela fraturou o calcâneo e passou por um processo de recuperação igual ao meu. Só pude recolher-me aos pensamentos e refletir sobre estas coincidências. Não é um castigo divino, mas foi acredito que é uma maneira de sentir exatamente o que foi cada evento com cada um deles. É o aprendizado permanente: viver a experiência e literalmente na carne. Dos dois episódios eu estive ausente.
Lição aprendida: corra para abraçar aqueles que você gosta não só quando, mas principalmente, quando eles precisarem do seu ombro para simplesmente apoiar sua caminhada, dos seus braços para carregá-los no colo, da sua atenção para uma conversa ao leito, do seu copo d'água que você pode lhes ofertar. Portanto, abra mão de dinheiro, compromissos, consumismo, desculpas, distância e vá. Aqueles que você ama às precisam somente da sua presença e não do seu dinheiro, da sua posição social ou das suas conquistas.
Aprendi mais uma vez que o tempo passou, foi, esgotou e a oportunidade passou.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Maneiras politicamente corretas de se referir a um político e outras categorias

Hoje temos que ter cuidado como falamos, pois tudo pode virar discriminação.
Quando morei em um outro estado onde os motoristas gostavam de fazer ensaios destrutivos com os automóveis e para isso faziam algumas muitas barberagens eu carinhosamente os chamava de cataralho. Cataralho era mnemônico para motorista do cara do alho. Eis que um dia me deparei com o Ricardo repetindo. Criança aprende tudo. Tinha que mudar meu mnemônico ou não falar. Lendo o livro da biografia de Juscelino Kubitscheck de Oliveira(1902-1976) eu li que o motorista do caminhão que o matou era de onde? Do estado em questão. Foi fácil mudei de cataralho para matador de Juscelino.
Em relação aos políticos não temos muito o que falar, pois esta categoria é de conduta ilibada, retidão e fazem por merecer o mísero salário que nós pagamos a eles. Assim, como não posso usar as palavras merecidas aqui em casa, pois os pequenos saem repetindo por aí eu passei a usar os seguintes termos:
_ Quando vou fazer um número 2 digo que vou mandar um político descer a rampa do planalto.
_ Quando tenho diarréia digo que os políticos estavam dispersos na votação.
_ Quando estou meio encalhado(raro acontecer) digo que os políticos estavam em votação para aumento de salário, pois é a única oportunidade onde você vai ver muito político junto fazendo pressão. Do resto, em qualquer votação, veremos sempre aquela vontade de trabalhar, empenho, e dedicação em prol do contribuinte e do bem público se você estiver vendo os parlamentares da Inglaterra, Suécia, etc. No Brasil me avisem quando isso acontecer.
_ Na reforma daqui de casa eu comprei a válvula da Hydra que tem dois estágios um para 3 litros e outro para 6 litros na descarga. Estou pensando em colocar número 1 = 3 litros = Uso para vereadores e assessores, número 2 = 6 litros = Uso para deputados, senadores, ministros e governadores e 2 vezes o número 2 = 2 x 6 litros = presidente, partidos políticos e tesoureiros de partido.
Por enquanto eu só conheço 3 políticos que posso dizer que confio e são honestos. Pedro Simon(RS), Ricardo Augusto Chaves(meu avô que agora está na prefeitura do céu) e Ricardo E. Chaves(meu tio). Por esses eu ponho a mão no fogo.
Meu sábio avô já dizia que Ruy Barbosa em um discurso já dizia que ...."ao ver triunfar as nulidades... chegará o dia em que o homem de bem sentirá vergonha ser honesto..." Será que chegamos a esses dias? Olha que Ruy Barbosa de Oliveira nasceu em 05/11/1849 em Salvador/BA e morreu em 01/03/1923 em Petrópolis/RJ. No século passado ele já previa isto.
Leiam o discurso de Ruy Barbosa:

Em 1914, entretanto, seria de Rui Barbosa , o último dos republicanos que realizaram o golpe de 1889 (e também quem ordenou o banimento ), que viria o mais famoso discurso em homenagem a Dom Pedro II:

"A falta de justiça, Srs. Senadores, é o grande mal da nossa terra, o mal dos males, a origem de todas as nossas infelicidades, a fonte de todo nosso descrédito, é a miséria suprema desta pobre nação. […] De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto. Essa foi a obra da República nos últimos anos. No outro regime [na Monarquia], o homem que tinha certa nódoa em sua vida era um homem perdido para todo o sempre, as carreiras políticas lhe estavam fechadas. Havia uma sentinela vigilante [Dom Pedro II], de cuja severidade todos se temiam e que, acesa no alto, guardava a redondeza, como um farol que não se apaga, em proveito da honra, da justiça e da moralidade"

É irônico, mas juro que eu gostaria de ter orgulho dessa classe de políticos.

Por uma pontinha de esperança de mudar o país pelo voto façam uma avaliação de cada político em que pensam em votar. Vamos tentar mudar. Se não for assim, só vejo o derramamento de sangue para limpar essa raça, pois de conversa e negociação já basta o papo furado dos políticos.


segunda-feira, 8 de março de 2010

Os valores

O CARÁTER
Leia o artigo completo no site do Movimento Familiar Cristão

domingo, 7 de março de 2010

Uma pergunta sobre matemática: quem souber me responda


Nestes últimos nos quais o tempo para reflexão estava disponível eu me lembrei de pessoas que me ensinaram, professores que foram referência e me veio um episódio numa sala de matemática.
Eis que na sala de sétima série do ginasial(era assim) no colégio Polivalente iniciamos com o novo professor Paulo Lourenço. No primeiro dia de aula foi só enrolação, no segundo foi embromação, no terceiro conversação. Eu como já trabalhava(vou escrever sobre trabalhar com 14 anos), não suportava perda de tempo, enrolação e falta de vontade do professor em trabalhar. Afinal eu já sabia muito bem o que eu queria e precisava: estudar e absorver conhecimento.
Naqueles dias de enrolação deve ter ficado estampado na minha cara a desaprovação com a falta de vontade do pseudo professor de matemática. Eu com muita lembrança do fato, estava quieto e o pseudo querendo bancar o professor legal, brincalhão me perguntou por que eu tinha cara de cachorro buldog parecendo que eu tinha chupado limão. A resposta não foi outra senão que eu estava lá para estudar e não para ficar fazendo cara bonita para ninguém e o limão que eu chupei eu tinha comprado e pago e não devia nada a ninguém. Deu confusão, ele me colocou para fora de sala, anotou no temido livro de capa preta e eu fui bater um papo com a diretora.
Na aula seguinte não podia ser diferente, ele me colocou no fundo da sala e disse que mau elemento era no fundo e queria ver se eu passava de ano com ele. Fiquei com medo? Não, nunca tive medo de babaca. Nas provas sempre ele me colocava isolado e eu achava bom, pois não tinha de passar cola para ninguém. E não é que o babaca ficava com cara de babaca quando eu tirava notas boas e não tive dificuldades para passar de ano? Ainda para piorar, na escolha do trabalho de feira de ciências para representar o colégio na feira regional não é que o meu como nos dois anos anteriores foi o escolhido? Eu aceitei? Não, eu fui lá na diretoria e disse que mau elemento não poderia representar o colégio e disse para pedirem a indicação do babaca Paulo Lourenço. Aí veio a turma do deixa-disso. Nem lembro o desfecho, acho que acabaram anulando o apontamento no livro de capa preta e eu representei o colégio. Não sei ao certo.
A matemática é bonita e evoluiu conforme o homem evoluiu ao longo da história. Sempre a matemática é ensinada como disciplina isolada, com um monte de símbolos jogados na cabeça dos alunos e sem explicar que ela é a ferramenta capaz de traduzir qualquer fenômeno que cerca o homem. A matemática foi se tornando complexa à medida que o homem foi entendendo mais os fenômenos e eventos e uma coisa puxava a outra. No início o homem precisava contar ovelhas e o sistema decimal bastava. Depois precisou predizer chuvas, luas, etc e aí a estatística começou a ser necessária e assim por diante.

Resumo da ópera: por muito pouco eu não tomo nojo, raiva, ogeriza, pavor e pânico da matemática.
Contei a história toda para justificar a minha pergunta.
Então as perguntas:
Hoje o desempenho em matemática nas escolas públicas está ruim. Será que não deveria começar ensinando matemática para o professor de matemática?

A aversão à matemática vem de professores como o Paulo Lourenço.

Será que se aliarmos matemática com história seria mais fácil o aprendizado?

sábado, 6 de março de 2010

O valor do tempo

Nestes últimos dias nos quais eu tenho tido tempo de refletir sobre muitas coisas e uma delas foi refletir sobre como eu tenho aproveitado meu tempo nos últimos anos. Será que eu usei meu tempo para realizar coisas significativas. Percebi que não. Corri atrás de realização material, acumular patrimônio e sempre buscando aumentar os rendimentos. Talvez eu tenha conseguido suprir o lado material. O lado humano ficou relegado a um segundo plano. Lembrei-me que meu pai também fraturou a bacia igual a mim. A única diferença é que ele não operou por questões de saúde e acredito por ter sido uma disjunção menor. Minha mãe me contou como foram os dias de recuperação dele. Foi o mesmo sofrimento, penúria e eu hoje senti e sinto na própria pele. Sabem o que logo me veio à lembrança: na minha correria, viagens, busca pelo dinheiro eu não fui até lá visitá-lo. E não foram alguns dias, foram três meses de recuperação e em todo esse tempo eu não tive tempo para ele. Bateu o arrependimento. Ir até lá agora? Não dá mais. Ele não está mais conosco. O tempo passou, foi, esgotou e a oportunidade passou. Perdoa-me meu pai.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Será que ainda acreditam que se pode viver na ignorância - papo de dois manos no bumba

Sempre procuro observar os seres viventes transeuntes tentando identificar se a humanidade caminha, mesmo que lentamente, para uma evolução. Pelo menos poderíamos ficar como estávamos dez anos atrás e não regredir.
Escrevi sobre a docência e minha esposa ouviu uma conversa no ônibus que qualquer docente ficaria arrepiado e os já falecidos tremem nas catacumbas.
Mano 1: E aí viu o tal adenberg que está solto.
Mano 2: Da hora
Mano 3: Da hora
Mano 1: E terromoto naquele Chile.
Mano 2: Disseram que tem onda. Será que é pra lá ou prá cá?
Mano 3: Da hora
Mano 1: Nun sei mano, num sei onde fica esse tal de Chile.
Mano 1: O oceano Atlântico é mais usado porque é um corredor. O oceano Indigo molha a tal da Sibéria.
Mano 2: O Indigo não é aquele que fica no meinho?
Mano 3: Só

Com um papo desses será que dá para acreditar que a civilização está evoluindo?

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Vamos refletir sobre o futuro


Essa pergunta foi a vencedora em um congresso sobre vida sustentável.

"Todo mundo 'pensando' em deixar um planeta melhor para nossos filhos... Quando é que 'pensarão' em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"


Passe adiante!
Precisamos começar JÁ!


Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro de casa e recebe o exemplo vindo de seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta onde vive...