Escadas = esporte radical

Escadas = esporte radical
Aprenda a usar e não use o postulado de Bechara como eu

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

"
  • Manual que ninguém entrega..."

    Saiba como os jovens chefes lidaram com as angústias e inquietações do trabalho para crescer na carreira.

    São Paulo - "Seja dono de sua carreira, mas tenha humildade para ouvir e aprender." O conselho não vem dos consultores da área de recursos humanos. Muito menos dos estudiosos da Geração Y. A frase é da paulistana Raquel Machado, de 24 anos, coordenadora de controle de riscos do banco Itaú.

    O discurso da jovem não revela as angústias que ela teve de superar no início da vida profissional. Mas elas existiram e são comuns para quem está começando. Para a Geração Y, as aflições estão relacionadas à vontade de crescer rápido, ter boa remuneração e conquistar qualidade de vida.

    "São profissionais ambiciosos, que buscam uma identidade entre seus valores e os da empresa", diz Lucas Peschke, diretor da consultoria Hays.

    Conhecer melhor essas ansiedades pode ajudar a diminuir as angústias e acelerar o amadurecimento. De acordo com uma pesquisa da Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham), que ouviu 85 gestores de RH em 2012, 80% deles acreditam em um aumento significativo do número de jovens nos cargos de gestão nos próximos cinco anos.

    "O aquecimento do mercado e a disputa por mão de obra qualificada forçam as empresas a antecipar esse processo para reter os melhores", diz Mara Lacerda, diretora da Amcham.

    A progressão acelerada não acontece sem sobressaltos. "Quando eles se tornam gestores, enfrentam os mesmos problemas dos chefes que eles muitas vezes criticavam", afirma Fábio Ponzio, gerente de projetos da consultoria Across, que assessora grandes empresas em programas de trainee.

    O estudante de administração de empresas Eduardo Laureano, de 24 anos, coordenador de produção da fábrica da 3M de Ribeirão Preto, sentiu essa mudança na pele. "Com mais informações, mudei todos os pontos do meu discurso. Quando assumimos um cargo de liderança, percebemos que as promoções acontecem para quem se destaca. Não basta só querer", diz.

    Segundo ­Eduardo, que começou a trabalhar na 3M aos 18 anos, a ansiedade por ser promovido foi diminuindo à medida que ele recebia feedbacks positivos dos chefes. "Cada pessoa tem um talento, basta descobrir qual é o seu e buscar uma base técnica ou pessoal para se destacar."

    Hoje, Eduar­do é gestor de uma equipe com 21 pessoas. Veja as dicas, reveladas por seis jovens gestores, que vão ajudar na prática quem está dando os primeiros passos na carreira.

    Entenda os processos

    Identifique processos-chaves da empresa e torne-se especialista em um deles. É o conselho do paulistano Lucas Caputo Martins, de 23 anos, subgerente do hotel Ibis de Sorocaba, que conta com uma equipe de 27 pessoas. Formado em hotelaria, Lucas começou a trabalhar na rede Accor há quatro anos como recepcionista.

    "Desde o início eu já sabia que queria ser chefe, mas o que me angustiava era como eu conseguiria me desenvolver e me expor para chegar lá", diz. Para minimizar a ansiedade, o jovem inspirou-se em um dos líderes da organização. Com o exemplo, Lucas decidiu tornar-se especialista nos processos ISO 14001 e 9001, certificações importantes para o setor.

    "Estudei muito o assunto e, quanto mais me especializava, mais conseguia tratar situações adversas, e comecei a me destacar. Isso me deu mais tranquilidade. A promoção para subgerente foi uma consequência."

    Controle a ansiedade

    Há nove meses, Izabela Santos, de 25 anos, foi promovida de trainee a supervisora de suporte ao comercial da Alesat, rede de distribuidores de combustíveis com escritório em Belo Horizonte. Izabela buscou ser flexível, adaptar-se ao escopo do trabalho e ter atitudes de líder.

    "Quando começamos a ter feedbacks positivos, a ansiedade diminui. Fiquei mais tranquila e, agora, estou me desenvolvendo para ficar preparada para o próximo passo, que é o cargo de coordenadora."

    Busque qualidade de vida

    "É preciso impor limites", diz Maíra Chiaranda, de 27 anos, gerente da área de consultoria da Deloitte de Campinas, que tem 17 pessoas na equipe. "Como viajamos muito, o risco é passarmos 24 horas trabalhando e falando das questões do cliente. No início, os chefes não se preocupavam com isso, o que me desmotivava", diz.

    Quando Maíra virou chefe, ela incluiu nas metas de cada projeto respeitar as horas de lazer. "Além de dar exemplos, procuro fazer caminhadas, ir ao cinema, jantar com a equipe para descontrair, mas também cobro deles que tenham essa preocupação com a qualidade de vida."

    Avalie a relação

    Para o engenheiro paulistano Bruno Shiguemichi, de 25 anos, da Accenture, os jovens de sua geração querem tudo de imediato.

    "Portanto, um dos pontos de atenção é avaliar se a relação será de longo prazo para investir ou não na organização." Segundo ele, a calma veio com o tempo e com os exemplos dos líderes. Em menos de dois anos, Bruno foi promovido e não pensa em sair da empresa.

    Fonte: http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/180/notici…
  • "Quem ajuda mais tem mais chances de subir na carreira"

    Pesquisa mostra que profissionais que se colocam à disposição para ajudar colegas são mais reconhecidos e têm mais oportunidades de crescimento.

    São Paulo - Um novo estudo feito pelo Insper, de São Paulo, com mais de 100 profissionais mostra que ajudar colegas de trabalho produz efeito positivo na construção de uma rede de contatos.

    Segundo a pesquisa, o exercício da cidadania organizacional — que o Insper define como a disposição a dar um apoio que excede o escopo do trabalho para beneficiar a companhia ou um funcionário — pode contribuir para que o profissional que prestou o auxílio seja recomendado por colegas em projetos e vagas de trabalho.

    De acordo com o estudo, atitudes positivas direcionadas a uma equipe funcionam melhor do que gestos direcionados a apenas uma pessoa.

    "Funcionários confiam mais em quem olha para a coletividade", diz Sean White, psicólogo e especialista do núcleo de carreiras do Insper, um dos responsáveis pela pesquisa.

    Em sua opinião, é importante prestar atenção nas demandas do grupo para reforçar contatos. Relações estabelecidas fora do ambiente de trabalho, como em happy hours, encontros em associações, clubes ou igrejas, também conduzem à recomendação.

    "Quem se doa para os outros tende a ter um crescimento mais rápido", afirma Fernando Schmitt, diretor de unidades regionais da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham). Segundo ele, a con­s­ciên­­cia de que a aprendizagem do grupo importa mais do que a individual é uma das características dos profissionais de sucesso.

    "Meu lema é fazer para ter, pois nada vem de graça", diz Felipe Siqueira, de 33 anos, controller da subsidiária uruguaia da White Martins, fornecedora de gases industriais. Felipe diz que o segredo de manter bons relacionamentos no trabalho (e fora dele) é o comprometimento com a empresa e com os colegas de trabalho.

    A receita também exige que o profissional não espere retorno imediato por sua benevolência. Para chegar aonde chegou, Felipe assumiu alguns desafios e sempre manteve a disposição para contribuir. Em 2011, quando era gerente interino de controles internos na White Martins no Brasil, resolveu ser voluntário em um projeto da empresa na Venezuela, já que nenhum dos executivos convidados aceitou ir. Não haveria aumento de salário nem promoção, e ele teria de embarcar em uma semana.

    "Decidi ir para contribuir e mostrar que estou disposto a assumir desafios", afirma. Deu certo. Depois de três meses, ele voltou para o Brasil e assumiu a gerência de uma nova área. Após um ano, foi convidado a gerenciar todas as áreas­ ligadas a finanças na unidade da empresa no Uruguai.

    Mas nem sempre essa ajuda exige sacrifícios. Ela pode estar em pequenos gestos, como orientar alguém a organizar melhor suas pastas de e-mail ou se oferecer para marcar reuniões e almoços. "Quando você se mostra solidário, ganha notoriedade.

    É como se estivesse acumulando créditos para outros projetos", diz José Augusto Minarelli, presidente da Lens & Mi­narelli, consultoria em recolocação e aconselhamento de carreira, de São Paulo. Quanto mais disposição você tiver em ajudar o outro e em pensar além de sua área, mais as pessoas vão confiar em você e lembrar seu nome na hora de um novo trabalho. No fim, todos ganham.

    Como contribuir.

    Quatro atitudes que reforçam a chamada cidadania organizacional.

    1 Esteja disponível.

    Para se destacar, é necessário ter disposição para ajudar os demais. A capacidade técnica importa, mas o profissional que vai além de sua função pelo bem-estar do grupo cresce muito mais do que aquele igualmente capacitado que apenas age dentro de sua área.

    “Colocar-se no lugar do outro deve permear tudo o que fazemos”, diz Christiano Bergman, de 40 anos, gerente de pós-venda da Bematech, empresa de automação comercial de Curitiba, que no dia a dia costuma agir dessa forma.

    Segundo ele, existem muitas ações que podem facilitar a vida de quem trabalha na mesma empresa, como se mostrar disponível para tirar eventuais dúvidas sobre prazos, custos e processos e sempre entregar um trabalho bem-feito.

    2 Faça aquilo que ninguém quer fazer.

    Sabe aqueles trabalhos mais operacionais que ninguém quer fazer, como marcar reuniões ou almoços e reservar salas para eventos? Solidarizar-se para ajudar nessas tarefas mostra que você olha para a empresa de forma geral e não se importa em fazer atividades mais técnicas. Outra sugestão interessante é auxiliar as pessoas a realizar essas tarefas de maneira mais rápida, se você tem facilidade para isso.

    “Sempre há um atalho que pode facilitar a vida de alguém. O Excel, por exemplo, possibilita concluir praticamente qualquer estudo de demanda, venda, controle e resultado”, afirma Victor Vieira, de 27 anos, gerente da rede de prestadores da Fácil Assit, empresa de assistência 24 horas, de São Paulo.

    3 Compartilhe conhecimento.

    Se você tem domínio sobre algum processo, como redigir propostas e navegar nas redes sociais, ou tem facilidade em um segundo idioma, e percebe que um colega está com dificuldade, tente ajudá-lo.

    Não se trata de fazer por ele, e sim de orientá-lo. “O que para alguém é uma dificuldade, para você pode ser algo simples”, afirma Fernando Schmitt, diretor de unidades regionais da Amcham Brasil. Por que não ajudar um colega a finalizar uma planilha? Isso gera empatia.

    4 Saiba receber.

    Seja atencioso com quem chega à empresa ou muda de área. Mostrar como são os projetos e apresentar as pessoas são atitudes simples, mas que mostram solidariedade.

    Quando ainda estava na sede da White Martins no Brasil, Felipe Siqueira se lembra de ter trabalhado mais para ajudar uma funcionária que havia acabado de trocar de área. “Ela ainda precisava dar atenção ao antigo setor. É uma troca”, diz Felipe. “Quando precisei, também obtive ajuda.”.

    Fonte: http://exame.abril.com.br/revista-voce-sa/edicoes/182/noticias/gratidao-a-longo-prazo?page=1

Pequenos truques ajudam a se sair bem em negociações

Especialistas ensinam como os profissionais podem tirar vantagem sendo excelentes ouvintes

Constantine von Hoffman, CSO/EUA

Publicada em 31 de julho de 2013 às 07h36


Quem tem hoje uma função de gestão nas empresas precisa negociar o tempo todo com outras pessoas - sejam fornecedores, parceiros, membros da equipe, outras áreas da empresas e superiores. Se isso representa um desafio, por outro lado, pode ser uma excelente oportunidade para se destacar na organização e no mercado.
No livro “Crisis Intervention: Using Active Listening Skills in Negotiations”, escrito por Gary Noesner e Mike Webster, especialistas em negociação do FBI (agência de inteligência dos Estados Unidos) apontam que a habilidade de ouvir é um dos requisitos-chave nesse processo de negociação.
A seguir, leia as sete dicas imprescindíveis para um bom ouvinte e para garantir um lugar de destaque:
1. Demonstre interesse
O corpo fala. Assim, é importante demonstrar ao interlocutor que está envolvido na questão, inclusive com a postura corporal e respostas que denotem preocupação e empenho. Frases curtas, tais como “sim”, “ok” ou “entendo” são sinais claros de que o ouvinte não está prestando atenção no que é dito.
2. Parafraseie
Em outras palavras, dê a entender que está acompanhando a mensagem com breves confirmações e até repetições do que foi dito.
3. Defina as emoções do outro
Ou seja, tente atribuir ao que é dito certa emoção. Além de, novamente, demonstrar que está prestando atenção de corpo e alma, atitudes assim mostram que há empatia por sua parte e ajudam a definir quais as motivações que embasam atitudes e ações.
4. Reflita sobre o que é ditoRepetir as últimas palavras é um indicativo de interesse na questão. Alguém diz, por exemplo, “estou cansado de ser pressionado o tempo todo”, ao que você responde: “a pressão está grande, é? Sei.” Essa resposta é especialmente eficaz em estágios iniciais de negociação, quando o negociador procura estabelecer uma presença livre de confronto, coletar informações, e precisa ter uma perspectiva da situação.
5. Incentive o outro a falarComo? Com perguntas que não sejam do tipo “por quê”. Usar questões desse tipo confere à negociação um ar de interrogatório. Se você falar mais que o outro, diminui a oportunidade de conhecer seu oponente. Use recursos como “fale-me mais sobre isso” ou “não compreendo, você poderia ser mais específico?” e “Pode me contar mais sobre o que aconteceu com você hoje?”
6. Seja “Você”
Negociadores devem evitar a todo custo parecer provocativos ao expressar como se sentem a respeito do que é dito. A dica é a de usar a palavrinha “eu” nas frases e respostas, deixando de lado a imagem institucional que paira sobre sua cabeça e atribuir um tom pessoal à conversa.
7. Silêncio ajudaQualquer bom entrevistador sabe do poder que uma boa e duradoura pausa tem em uma situação de negociação. As pessoas têm tendência a preencher os espaços, e, para tal, falam. Fique atento a isso e crie situações propositalmente, em que o outro é tentado a falar e acaba por fornecer informações valiosas.
  • Veja 5 mitos sobre o trabalho em equipe:

    Mito 1 – A harmonia entre os colaboradores é essencial

    O que ocorre é justamente o oposto, mostram pesquisas. Conflitos, quando bem gerenciados e focados em um objetivo comum, podem gerar soluções mais criativas. Os questionamentos são bons para a equipe. Além disso, pesquisas detectaram que as orquestras sinfônicas nas quais nem todos os membros estão em harmonia tendem a tocar um pouco melhor do que a média.

    Mito 2 – Novos membros trazem energia e frescor de ideias

    Na realidade, as pessoas que já trabalham juntas há algum tempo conseguem entregar melhores resultados do que grupos nos quais existe uma rotatividade maior de pessoas. O professor cita que trata-se de um tema comprovado cientificamente, apesar da crença de que quem está junto há muito tempo tende a ficar acomodado.

    Mito 3 – Quanto maior a equipe, melhor

    Acredita-se que quanto maior o grupo, mais chances de sucesso, já que aumenta o esforço para conseguir um objetivo comum. No entanto, equipes excessivamente grandes dificultam uma colaboração efetiva entre seus membros, o que acaba com o principal diferencial do trabalho em time. Além disso, fica mais complicado coordenar as atividades conjuntas.

    Assim, pequenos times tendem a ser mais eficientes e gerar menos frustrações.

    Mito 4 – Reuniões presenciais são coisa do passado

    Por mais que as tecnologias tenham facilitado a comunicação entre as pessoas, fazer um trabalho 100% a distância pode não ser tão eficiente. Pessoas trabalhando de forma remota tendem a ficar em desvantagem. Uma série de empresas que trabalham com equipes dispersas já percebeu, segundo o professor de Harvard, que isso aumenta o tempo e os gastos dos projetos, em relação ao modelo tradicional, no qual os profissionais têm um contato face a face.

    Mito 5 – Tudo depende do líder

    A participação do líder, realmente, faz a diferença no trabalho em equipe. Mas a coisa mais inteligente que um chefe pode conseguir é criar condições para que cada membro de uma equipe consiga gerenciar sozinho suas tarefas e demandas.

    Além disso, o papel da liderança é garantir que as coisas ocorrerão como o previsto. Pesquisas indicam que as habilidades do chefe no dia a dia só correspondem a cerca de 10% das variáveis para o sucesso de um trabalho. A maior parte, 60%, está relacionada ao ambiente para elaboração das iniciativas.

    Fonte >> http://bit.ly/16f7u3G
  • "5 passos essenciais para fazer mais em menos tempo"

    1) Tenha objetivos claros de carreira: A falta de metas de carreira pode estar contribuindo para a sua baixa produtividade. Com objetivos definidos, você terá como avaliar se as atividades que você está desempenhando estão relacionadas às suas metas de carreira ou de trabalho ou a nenhuma das duas...

    2) Defina prioridades: Não adianta falar de prioridades se a pessoa não tem objetivos. Analise quais atividades vão acelerar o cumprimento dos objetivos. São elas que devem ser colocadas na frente das outras. Saber separar o que é urgente do que é importante...

    3) Quais são as “metas meio”?: O objetivo final de um profissional técnico poder ser a promoção para gerente. Mas para isso, ele precisa definir as suas “metas meio”, isto é, o caminho que ele deve percorrer para chegar ao destino...

    4) Mude: Como é possível criar uma agenda de mudança? É possível mudar sem ter que aguardar que algo de gravidade ocorra. Perseverança é o ponto central. “Para a mudança ocorrer é necessário empenho e muita repetição. Caso o profissional não consiga sozinho deve procurar alguém que o apoie e o lembre de que ele precisa mudar”...

    5) Foco na solução: Surgiu um problema, um imprevisto? Mantenha o foco na solução e não no problema. O que é possível fazer para melhorar a sua produtividade? ...Pense na solução para melhorar o seu desempenho e aumentar a sua produtividade, em vez de prestar atenção apenas no problema.
    Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/5-passos-essenciais-para-fazer-mais-em-menos-tempo?page=2
**COMUNICAÇÃO EFICIENTE** Qualquer negócio se fundamenta sobre informação. Que flui através de comunicação entre as pessoas (verbal ou escrita). O processo bem feito não apenas garante qualidade de informação, mas é base para consolidação de laços de identidade de um time em torno de um projeto. Paradoxalmente, o ponto de partida para qualquer comunicação eficaz não é falar/escrever bem - é escutar bem antes de falar/escrever/apertar o "send". Essa postura se desdobra em perguntar antes de fazer, entender antes de discordar e em contextualizar quando responder.
Dia 08/08/13 aniversário de 5 anos de uma decisão errada = Voltar para SP.

domingo, 28 de julho de 2013

As 3 leis do mundo corporativo

1ª Lei do cachorro
2ª Lei do côco
3º Postulado de Bechara

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Por falar em ídolos... - parte 2


Quando revelei o segredo do postulado de Bechara eu falei sobre ídolos.
Falei sobre um japonês que era o Sr. Hideo Hirigushi. Como 2012 foi o ano das coisas ruins, acabou levando meu ídolo. Valeu Sr. Hideo, muito obrigado pelos ensinamentos.

Um dia de merda

Faz muito tempo que não escrevo nada, absolutamente nada. Deixei de lado a minha companhia nas horas de desalento que foi este blog? Não, voltei à ativa e fui sendo engolido pela onda capitalista. Pensei várias vezes que eu era um baita desorganizado e não conseguia gerir meu tempo. Postei algo que voltaria falando do mundo corporativo e ficou apenas nisso. Falar do mundo corporativo é risco, tem de fazer usando metáforas, mas isso é só para o Veríssimo que sabe muitas.
Hoje, a esta hora, sem conseguir dormir, sentei aqui e comecei a escrever para desaguar a indignação com o  ser humano que tem um poder, um poderzinho de merda. O caso maldito é o seguinte:
_ 2012 foi um ano para se arrancar do calendário. Foi o ano do retrabalho e da amarração. Todos se lascaram de verde amarelo. Eu comemorei o reveillon em 12/10/12, sem ser cabalístico e era só porque era o dia da Cidinha. Encerrei o ano por não aguentar mais tanta coisa dando errado. Em 20/12 teríamos uma reunião final com o chefe 1.0, 1.1. e 1.2 para as baboseiras padronizadas de fim de ano. Antes desta data o grupo ao qual eu faço parte vinha manifestando insatisfação com as rotinas e devaneios que nos levam à loucura. Fizemos uma reunião antes e muito de coração aberto e dispostos a melhorar o mundo fizemos um Ishigawa(o velho espinha de peixe) elencando o que estava ruim e o que poderia ser feito para melhorar - tipo receita de bolo. Intitulamos como o Manifesto Maya - a libertação do caos. Bem a contento, se o mundo não acabasse em 21/12, nós mortais não queríamos morrer em 2013 de tanto levar chicotada. Apresentamos, mesmo espremendo nosso tempo de 90 minutos para 10. Será que foi proposital?
Virou o ano e agendou-se uma reunião para 06/02/13 para o início de uma possível abertura de debate. Ontem, meu chefe 2.0 ficou igual a telesena(de hora em hora sempre o mesmo resultado) falando para eu ir numa reunião externa para outro assunto urgente. Botei na cabeça que a reunião do manifesto Maya fosse à tarde e fui à galope, ou melhor de moto, de manhã para a tal reunião do chefe 2.0. Estava lá, com toda a disposição do mundo e o chefe 1.0 me liga dizendo que estavam me esperando: a reunião era de manhã e o babaca, aqui relator, trocou os horários. Esbravejou, perguntou se era essa a importância que eu dava para aquele assunto e mais alguns palavrões. Disse a ele que a única coisa possível de fazer era pedir desculpas: falhei. Foi como ir para a lua de meu e sentar num iglu com cueca de seda: encroou. Perdi até a vontade de interagir com o colega da reunião. Lutei bravamente para manter o ânimo. Vontade era sumir no mundo. Voltei da zona sul para a zona leste, de moto, pensando se não era melhor ser motoboy. Já tinha moto, habilitação e sabia transitar. Só falta rever as finanças. Voltei ao QG, cabeça baixa, me sentindo o côco da lagartixa do metrô de Moscou. Que merda uma pessoa com esse poder: o de estragar o dia de uma pessoa.2013 vem quente que este ano eu vou mudar minha vida. Chega disso.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

A volta

Depois de uma longa ausência, eu voltarei. Valeu o aprendizado. Agora escreverei sobre o mundo corporativo.
Declarei isso em 05/10/11 e fiquei no olho do furacão. Triste não conseguir cumprir. Passou 08/08/13 aniversário de aprendizado e novamente tento reativar o blog.

domingo, 18 de abril de 2010

Leiam e entendam

Teve um comentário sobre uma postagem que fiz onde o anônimo disse que a senzala que eu me referi era a T.E.E. Peço que leiam todos os posts relacionados, pois a TRAFO EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS mora no meu coração e lá como eu disse encontrei pessoas que me ensinaram e ajudaram. A senzala que me referi tem 3 letras e quem quiser saber me manda um email que eu digo declaradamente qual é.
SENZALA JAMAIS É A T.E.E. NA QUAL TRABALHEI EM GRAVATAÍ.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Linha do tempo - Dia 75 - 09/04/10

Dia 75- 09/04/10
No dia 22/03 voltei a trabalhar e já entrei no ritmo louco de atender projetos complicados de clientes complicados. De lá para cá várias aventuras como cadeirante na empresa. Estas aventuras eu vou contar nos tópicos aventuras de um cadeirante.
Hoje retornei ao médico que foi um da equipe que me reformou. A bacia está consolidada e o calcâneo consolidou-se, mas preciso ir devagar sem carregar de imediato o pé esquerdo. Posso dirigir e andar de muletas. Já estou quase como gente normal.
Fato é, vendo o calcanhar antes e agora temos de dar os parabéns para o Dr. Decker que fez um trabalho maravilhoso de reconstrução.
A bacia vai ficar com os parafusos e somente se me incomodarem poderão retirar a placa e parafuso daqui a dois anos. A placa pode até se quebrar por fadiga, mas a sínfise já estará totalmente consolidada e não terá função alguma.
A amiga Célia como sempre prestativa veio me ensinar a andar de muletas. Dizem que eu ando depressa e de muletas não seria diferente. Sempre diziam para andar devagar. Andar de muletas não é tão simples, o médico disse que eu posso apoiar somente 15 kg a cada duas semanas. Difícil é saber dosar esta carga no calcanhar. Acho que tenho de criar uma célula de carga com alarme. Vou pensar neste invento.
O mais importante agora é que eu posso dirigir e ir atrás do pedreiro que me deu calote. O castigo não irá a cavalo e sim de carro e muletas. Pelo menos tenho duas muletas, uma para cada dente que ele tem na boca. Na segunda vou até lá passar a régua. Já arranjei outro pedreiro e pretendo terminar a reforma da casa antes de três meses que é o prazo de validade do di cujus.

sábado, 27 de março de 2010

Por falar em ídolos...

Na revelação do segredo do postulado de Bechara eu falei sobre ídolos.
Eu tenho alguns ídolos em diversas áreas, mas em transformadores tenho alguns que merecem respeito.
Quando trabalhei na TRAFO Equipamentos Elétricos aprendi muito em todos os sentidos. Tive a oportunidade de trabalhar com uma gurizada baita gente boa. O Sr. Alceu Bertarelo me deu a oportunidade que sempre serei grato. Na equipe de calculistas todos me ensinaram, Gustavo, Jorge, Nicolau e mais a gurizada companheira de farra o Maguila, Renato, Takeda que muitas brejas tomamos.
Naquela época eu aprendi muito analisando os cálculos de um japonês que até então eu não conhecia que era o Sr. Hideo Hirigushi. Letra de escrivão de cartório e cálculo exato e olha que ele é japonês que vive no Brasil há 4o e tantos anos.
O Vanderlei Bechara era consultor e passa periodicamente por lá.
Quando trabalhei na senzala de três letras eu conheci o Sr. Hideo e fizemos projetos juntos. O japa não usa computador, usa régua de cálculo e tudo é feito no papel assim como ele fazia lá na TRAFO. Foi um prazer enorme conhecer o mestre que muitas vezes eu pude aprender com os cálculos que ele fez.
Eu penso que na vida sempre você pode buscar um ídolo, uma referência e que não precisa estar presente ou se conhecer. Basta seguir que ele fez bem feito.
Procurem sempre as boas referências. De lixo tem um monte por aí.

O segredo do Postulado de Bechara

Como prometido vou revelar o segredo do postulado de Bechara.
Quando trabalhei numa empresa no bom, saudoso e querido Rio Grande do Sul conheci um senhor de cabelos grisalhos que era consultor e fonte de minha admiração. Anos mais tarde, quando trabalhei numa senzala que tem três letras tive o prazer de reencontrar o senhor de cabeça grisalha que se chama Vanderlei Bechara. Por várias vezes eu não conseguia fazer a fazenda produzir um saco de fubá de qualidade. Numa das vezes estávamos eu e ele no moinho e ele perguntou se os pilotos do moinho tinham aberto o saco de milho e verificado por que o fubá estava ruim. Se o fubá estava ruim e o cliente não aprovava era porque o milho deveria estar com problema. O piloto do moinho simplesmente respondeu que abriu e fechou o saco de milho e nada fez. Então o sábio Bechara disse que nada foi feito, nada poderia ser diferente senão fubá ruim e completou: "Não tem jeito, o aprendizado às vezes entra pelo úuuumero. Vamos ter problema de novo." Crie então o postulado de Bechara: "O aprendizado às vezes entra pelo úuuuumero"
Fiz a postagem de forma metafórica para não me comprometer e nem a ninguém. Se alguém quiser a tecla SAP no texto me avisem por email que eu mando a história nua, crua e fiel.
Viva o Bechara e o Sr. Hideo. Meus ídolos em transformadores.

Oração para ensinar a água

Desde anteontem me livrei da cadeira higiênica. Faço a técnica de escravo de Jó da bunda na cadeira. Saio da cadeira de rodas para a cadeira, da cadeira para o banco e do banco para o banco de louça.
Desde o primeiro dia a água jorrou sobre minha cabeça que há muito não vê o barbeiro e acumulou-se num local do lavabo. Adivinhem onde? Exatamente do lado oposto ao ralo. O ralo que comprei e eu mesmo liguei os tubos e conexões, da TIGRE para não ficar com o mico, serve exatamente para nada. Qual peça faltou: o cérebro na cabeça do pedreiro.
Solução não tem, só fazendo de novo. Usei o cérebro que eu tenho, sou espécie mais evoluída, e comecei a ensinar a água a procurar o ralo. Cantei para a água:
_ dois átomos de hidrogênio empurrem o átomo de oxigênio para o ralo. Hidrogênio é maioria e o oxigênio não pode vencer. Venham para o ralo; o ralo é bom e vocês verão um caminho novo até o esgoto. Coriolis não está lá.
Até agora não deu resultado. Acho que o ângulo de 118 graus entre hidrogênio e oxigênio está prejudicando a direção da molécula de água.
Alguém conhece alguma outra oração para ensinar água a correr para o lado contrário?
Acho que a única simpatia é esfregar focinho de pedreiro banguelo até a água evaporar.
Agora está mais que confirmado: quando quero me referir a um filho de uma perna curta eu o chamo de pedreiro. A máxima é verdadeira que nem todo filho de uma perna curta é pedreiro, mas todo pedreiro é filho de uma perna curta. E tenho dito.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Será mesmo que você é substituível?

Deus deu um talento para cada um de nós, mas o homem, ao interferir na obra de Deus, com seus métodos científicos, transforma os seres humanos em máquinas, distanciando-o dos princípios e valores de Deus .

Será mesmo que você é substituível?

Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.

Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um, ameaça: "Ninguém é insubstituível".

A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio. Os gestores se entreolham, alguns abaixam a

cabeça. Ninguém ousa falar nada. De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:

- Alguma pergunta?

- Tenho. E o Beethoven?

- Como? - encara o gestor, confuso.

- O senhor disse que ninguém é insubstituível. Quem substituiu o Beethoven?

Silêncio.

Ouvi essa história nesses dias, contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso.

As empresas falam em descobrir talentos, reter talentos mas, no fundo, continuam achando que os profissionais são apenas peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar.

Quem substitui Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Albert Einstein? Picasso? Zico?

Todos esses talentos marcaram a História fazendo o que gostam e o que sabiam fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E portanto são, sim, insubstituíveis.

Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizar energia apenas para reparar 'seus gaps'.

Ninguém se lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis obsessivo. O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.

Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.

Se seu gerente/coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas´ de sua equipe, corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria Garrincha por ter as pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola, Beethoven por ser surdo e Gisele Bündchen por ter nariz grande. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.

Quando o Zacarias dos Trapalhões faleceu, ao iniciar o programa seguinte, Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim:

"Estamos todos muitos tristes com a partida de nosso irmão Zacarias e hoje, para substituí-lo, chamamos:

Ninguém.... pois nosso Zaca é insubstituível"

Portanto nunca se esqueça: Você é um talento único, com toda certeza insubstituível.

Amanhã o segredo será revelado...

Amanhã o segredo do Postulado de Bechara será revelado. A vida de vcs mudará. A chuva continuará caindo do céu, o trânsito em sampa continuará caótico, ou seja, não mudará nada....

Hoje é aniversário da minha mãe

Para o aniversário da minha mãe que me ajudou a recuperar do trauma do manjar dos Deuses que comi no hospital vou copiar o email que os amigos Wanderson e Regina me mandaram e com certeza traduzem bem o espírito materno:

Divirtam-se ao lembrar... Pra lembrar e rir.

(eu lembrei da minha)

Ensinamentos das MÃES DE ANTIGAMENTE:

Coisas que nossas mães diziam e faziam...

Era uma forma, hoje condenada pelos educadores e psicólogos, mas funcionou com a gente e por isso não saímos seqüestrando a namorada, nem matando os outros por aí como fazem hoje em dia.

Minha mãe ensinou a VALORIZAR O SORRISO

"ME RESPONDE DE NOVO E EU TE ARREBENTO OS DENTES!"

Minha mãe me ensinou a RETIDÃO.

"EU TE AJEITO NEM QUE SEJA NA PANCADA!"

Minha mãe me ensinou a DAR VALOR AO TRABALHO DOS OUTROS..

"SE VOCÊ E SEU IRMÃO QUEREM SE MATAR, VÃO PRA FORA.

ACABEI DE LIMPAR A CASA!"

Minha mãe me ensinou LÓGICA E HIERARQUIA...

"PORQUE EU DIGO QUE É ASSIM! PONTO FINAL! QUEM É QUE MANDA AQUI?"

Minha mãe me ensinou o que é MOTIVAÇÃO...

"CONTINUA CHORANDO QUE EU VOU TE DAR UMA RAZÃO VERDADEIRA PARA VC CHORAR!"

Minha mãe me ensinou a CONTRADIÇÃO...

" FECHA A BOCA E COME!"

Minha Mãe me ensinou sobre ANTECIPAÇÃO...

"ESPERA SÓ ATÉ SEU PAI CHEGAR EM CASA!"

Minha Mãe me ensinou sobre PACIÊNCIA...

"CALMA!... QUANDO CHEGARMOS EM CASA VOCÊ VAI VER SÓ..."

Minha Mãe me ensinou a ENFRENTAR OS DESAFIOS...

"OLHE PARA MIM! ME RESPONDA QUANDO EU TE FIZER UMA PERGUNTA!"

Minha Mãe me ensinou sobre RACIOCÍNIO LÓGICO...

"SE VOCÊ CAIR DESSA ÁRVORE VAI QUEBRAR O PESCOÇO E EU VOU TE DAR UMA SURRA!"

Minha Mãe me ensinou MEDICINA...

"PÁRA DE FICAR VESGO MENINO!

PODE BATER UM VENTO E VOCÊ VAI FICAR ASSIM PARA SEMPRE."

Minha Mãe me ensinou sobre o REINO ANIMAL...

"SE VOCÊ NÃO COMER ESSAS VERDURAS, OS BICHOS DA SUA BARRIGA VÃO COMER VOCÊ!"

Minha Mãe me ensinou sobre GENÉTICA...

"VOCÊ É IGUALZINHO AO SEU PAI!"

Minha Mãe me ensinou sobre minhas RAÍZES...

"TÁ PENSANDO QUE NASCEU DE FAMÍLIA RICA É?"

Minha Mãe me ensinou sobre a SABEDORIA DE IDADE...

"QUANDO VOCÊ TIVER A MINHA IDADE, VOCÊ VAI ENTENDER."

Minha Mãe me ensinou sobre JUSTIÇA...

"UM DIA VOCÊ TERÁ SEUS FILHOS, E EU ESPERO ELES FAÇAM PRA VOCÊ O MESMO QUE VOCÊ FAZ PRA MIM! AÍ VOCÊ VAI VER O QUE É BOM!"

Minha mãe me ensinou RELIGIÃO...

"MELHOR REZAR PARA ESSA MANCHA SAIR DO TAPETE!"

Minha mãe me ensinou o BEIJO DE ESQUIMÓ...

"SE RABISCAR DE NOVO, EU ESFREGO SEU NARIZ NA PAREDE!"

Minha mãe me ensinou CONTORCIONISMO...

"OLHA SÓ ESSA ORELHA! QUE NOJO!"

Minha mãe me ensinou DETERMINAÇÃO...

"VAI FICAR AÍ SENTADO ATÉ COMER TODA COMIDA!"

Minha mãe me ensinou habilidades como VENTRÍLOCO...

"NÃO RESMUNGUE! CALA ESSA BOCA E ME DIGA POR QUE VOCÊ FEZ ISSO?"

Minha mãe me ensinou a SER OBJETIVO...

"EU TE AJEITO NUMA PANCADA SÓ!"

Minha mãe me ensinou a ESCUTAR ...

"SE VOCÊ NÃO ABAIXAR O VOLUME, EU VOU AÍ E QUEBRO ESSE RÁDIO!"

Minha mãe me ensinou a TER GOSTO PELOS ESTUDOS...

"SE EU FOR AÍ E VOCÊ NÃO TIVER TERMINADO ESSA LIÇÃO, VOCÊ JÁ SABE!..."

Minha mãe me ajudou na COORDENAÇÃO MOTORA...

"JUNTA AGORA ESSES BRINQUEDOS!! PEGA UM POR UM!"

Minha mãe me ensinou os NÚMEROS...

"VOU CONTA ATÉ DEZ. SE ESSE VASO NÃO APARECER VOCÊ LEVA UMA SURRA!"

Brigadão Mãe !!!

quinta-feira, 25 de março de 2010

Linha do tempo - Dia 57 - 22/03/10

Dia 57- 22/03/10
Durante todo o período que estive em casa eu massageava os neurônios trabalhando de casa e tentando ajudar de alguma forma para que meus projetos não parassem na empresa.
Sou responsável por um projeto num contrato com uma empresa importante e é tanto papel que não enviamos documentos de projeto e sim alimentamos o monstro.
Estou preocupado quando tiver de ir novamente à obra. Será capaz de me exigirem o memorial de cálculo estrutural da placa, certificado de material da placa, dos pinos e ainda quererem aprovar o CV do médico. Vcs não têm idéia de quanto se solicita naquela empresa.
Depois de alguns emails recebidos julguei prudente retornar ao trabalho, já que quando se está ausente sempre aparece aquele que quer justificar a sua incapacidade jogando a culpa naquele que não está lá para se defender.
Retornei ao hospital para pegar a liberação para trabalhar.
Passei no serviço médico de tarde e me liberaram para trabalhar e virei cadeirante temporário.
Transitar com a camicleta, mesmo numa empresa que têm preocupação com acessibilidade, é um medo. Às vezes não sei se a caranga vai tombar e eu cair de fuça no chão ou vai desmontar o chassi, da cadeira e não o meu.
Não sei por que os que quiseram ver os pinos e as radiografias ficaram espantados com os pinos e parafusos. Nada demais para mim ou será que é tão trash assim?